domingo, 3 de outubro de 2021

Sopaporiki-Finalista do Prêmio Minuano de Literatura 2021 (IEL E UFRGS)



 Foto de Alass Derivas

O livro SOPAPORIKI segue sua trajetória exitosa. Lançado em versão áudio book com 14 vozes femininas  negras e indígenas em 2020: https://youtu.be/-Hoou8dwONM

Depois chegou a versão física da obra:


Em 2021 vieram as versões Epub e Vídeo Poesia especialmente produzido com Bactéria Filmes sob encomenda do SESC RS, Projeto Música a Mil.

Para 2022 estão programados lançamento ao vivo do conteúdo Sopaporiki e ainda produção de um filme documentário. Breve mais informações.


Foto de Nathály Weber



terça-feira, 20 de julho de 2021

terça-feira, 21 de abril de 2020

2- Oficinas Oficinas de Poesia online e Orientações para Criação Conjunta (Skype e Team Viewer)

FALAVRA EXPERIMENTAL



1) Poesia de fonte iorubá
*Incorporação da poesia oral das culturas indígenas e afro-brasileiras ao corpus das poéticas literárias. Poesia pensada fora do espaço literário ocidentalizado, mesclando culturas ao operar trocas simbólicas entre os universos.
*Orikis, poética iorubá da Nigéria e estudos no Brasil: Pierre Verger, Sikiru Salami e Antônio Risério

2) Etnopoesia 
Canções (poesia da música popular), lendas folclóricas, mitos, cantos de trabalho, ditos populares, adágios, provérbios, gírias e outros contextos de voz viva


3) Griotismo Literário, Oralitura e Língua Pretuguesa
Costa do Marfim e Antilhas nas décadas de 70 e 80 do século XX junto com Lélia Gonzalez



4) As poéticas negras no  RS: Oliveira Silveira, Giba Giba e a oralidade cantada em iorubá do Batuque de Nação Oyó Idjexá (Mestre Borel) 


5)Recriações estético textuais com sampler e tambor
*Natureza da linguagem poética oral
*Função Poética da Linguagem e campo semiótico da intervocalidade
*Tamboralitura: sopapo griô

7)Estudos de poéticas: O Tropicalismo e os baianos (tambor, orixás e canções via Os Tincoãs, Gil e Caetano)

8)Chico Science e o Mangue Beat (tambor de maracatu, rap e gogó politizado)

1- Oficinas de Poesia online e Orientações para Criação Conjunta (Skype e Team Viewer)

RAP é Ritmo e Poesia

Oficina via Live Performance de Richard Serraria para Criação Conjunta online

Cancionista, Poeta, Músico e Dr. em Lit. Bras. UFRGS/2017






    

A poesia histórica brasileira é compromisso não é viagem, de Gregório de Matos
Guerra até Racionais MC´s, através da linguagem do rap feito nas modalidades slam
poetry, rap ritmado (flow) e rap melodiado (com violão), charm melody, funk carioca
em diálogo com makulelê (ritmo folclórico afro indígena brasileiro) demonstrados
através de levadas de rap construídas na hora via beat box, iphone e tambores negro
gaúchos (participação política, aqui entendida como.consciência identitária).



O caso Mastigadores de Poesia e a potência criadora da palavra em alguns de seus
diferentes suportes: artes plásticas (grafite), canção (rap), literatura, cinema, arte de
rua, rap enquanto ritmo e poesia: Rythm And Poetry, etc.



Outras formas orais de poesia cantada e improvisada ancestralmente: griôs africanos,
cantos indígenas, trova gauchesca, repente nordestino, coco no pandeiro, toada de
viola, ijexá, congadas, cancioneiros populares, payada de cantautores do Prata,
cancionistas no RS no século XXI, batalhas de rap, slam poetry, etc.










1/

Rap, Antropofagia, Tropicalismo e Mangue Beat

Triste Bahia-Gregório de Matos Guerra em diálogo com Haiti, canção de Caetano
Veloso e Gil

Rap de Caetano e Gil, a antropofagia do Tropicalismo, pai do mangue beat de
Chico Science, glocal: global + local e equilíbrio. Canção: Samba Makossa de
Chico Science na versão Planet Hemp/Charlie Brown Jr.





2/

Navio Negreiro-Castro Alves  em diálogo com O Rappa

Beat box e base eletrônica para usar de base à mastigação (declamação) de
Castro Alves 

Música Incidental: O homem amarelo e diálogo intertextual com "Todo camburão tem
um pouco de navio negreiro" 



3/

Poesia indígena, Pau Brasil e RAP

Giba Giba, canção em Tupi Guarany chamada Tassy

 Ijexá com sopapo aplicado ao violão, a herança tupy guarany no violão cebolão: um
acorde apenas soando e a melodia circulando em torno do grau I da harmonia. 

A força do ritmo na ancestralidade africana e indígena: rap é ação griô contemporânea





4/ 

Modernismo e Samba Esquema Novo

Xica da Silva-Cecilia Meireles (trecho do Romanceiro da Inconfidência em diálogo com
Jorge Ben)
Os trovadores provençais, Motz el Son

Canção com violão e voz



5/ 

Geração de 45 e RAP

Psicologia da Composição-João Cabral de Melo Neto em diálogo com Richard Serraria
na canção Palavra Gota de Sereno

Rap Canção e mastigação de João Cabral de Melo Neto via Iphone disparado ao vivo






6/ 

Geração Mimeógrafo: La Vie em Rose e La Vie em Close (Piaf e Leminski)

Caixinha de Música no sampler, base para leitura poética

Dor elegante-Paulo Leminski em diálogo ainda com Itamar Assumpção



7/ 

Milonga, palavra e improviso no gogó

Desencanto-Manoel Bandeira em diálogo com Marcelo Delacroix

Poesia pura na folha branca e revestimento melódico. Canto à capela, melódico. Flows
diferentes e sua importância fundamental no  RAP. Milonga A flor de perto e a payada
(décima em improviso)



8/ 

Performance: corpo, eletronices e palavra no século XXI

Wally Salomão; O ruído que precede o esporro
Intervocalidades


9/ 

Rap e Globalização

Reggae improviso, ragga: linguagem periférica jamaicana e O bagulho é islâmico com
mashup dos funks Malandramente e Que tiro foi esse?





10/ 

Tambor Poesia: pergunta e reposta

Poesia improvisada no pandeiro, COCO nordestino e arte de rua, a poesia  urbana dos
grafites e stencil e as batalhas do Mercado, Marinha do Brasil e Vila Santa Rosa
(freestyle e desafio).
Slam poetry (apenas palavras, sem nenhum auxílio de instrumento musical, máximo de
3 minutos e poesia autoral: Slam das Minas, Slam Peleia, Slam Chamego,
Slam do SOPAPO. Vô Imbolá, Zeca Baleiro e cantos populares negro gaúchos nos
tambores com levada de Maçambique



11) 

Poesia doble chapa (portunhol poético)

Que pasa papá?!

Rap em português e espanhol e os senderos do portunhol selvagem (Wilson Bueno,
Chito de Melo e Douglas Diegues)



12) 

Louvação à Nossa Senhora da Gíria

A gíria e os ditados populares como ponto de partida para criação poética

Menino Pandeiro (Bataclã FC, 2006): beat box e sampler



Mashup de Racionais MC´s, O mágico de Oz; Lenine Relampiano e Chico Buarque Meu guri

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Poesia para todo Anti Fascismo dia 25 de agosto no Vila Flores


Mais de 40 anos se passaram desde que o grupo de gremistas que se conheceram na boate Coliseu criou a transgressora Coligay. Em plena ditadura civil-militar, a torcida formada apenas por homossexuais inicialmente enfrentou resistência por parte dos demais torcedores mas, aos poucos, com suas túnicas prateadas, alento incondicional e fama de pé-quente, ganhou o apoio até mesmo da direção do Grêmio.


 E hoje, em pleno século XXI, qual o espaço de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais no futebol? O movimento Grêmio Antifascista convida torcedoras e torcedores de todos os clubes para debater os medos, anseios, desejos e (in)visibilidade da população LGBT principalmente dentro dos estádios.

Richard Serraria se apresentará nesse evento dia 25 de agosto de 2019 no Vila Flores em Porto Alegre com Poesia para todo Sampler
 https://www.facebook.com/events/755160418234413/https://www.facebook.com/events/755160418234413/

quinta-feira, 18 de julho de 2019

quinta-feira, 9 de maio de 2019